Câncer Hereditário e Genética Digestiva
Dr. Guilherme Humeres Abrahão | CRM-SP 147.629 | RQE 82.382
Cirurgião do Aparelho Digestivo • Cirurgião Oncológico Digestivo • Mestre em Ciências da Cirurgia • Cirurgião Robótico Certificado
CÂNCER HEREDITÁRIO E GENÉTICA DIGESTIVA
Quando o histórico familiar pode mudar o futuro
ALGUNS CÂNCERES ACONTECEM POR ACASO.
OUTROS CARREGAM UMA HISTÓRIA FAMILIAR.
Quando uma pessoa recebe o diagnóstico de câncer, uma das perguntas mais frequentes é:
“Por que isso aconteceu comigo?”
Na maioria dos casos, não existe uma única resposta.
Entretanto, em uma parcela importante dos pacientes, o câncer pode estar relacionado a alterações genéticas hereditárias transmitidas entre gerações da mesma família.
Identificar essas alterações não é importante apenas para o paciente.
Pode ser fundamental para filhos, irmãos, pais e outros familiares.
Por isso, a genética tornou-se uma das áreas mais importantes da oncologia moderna.
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O QUE É CÂNCER HEREDITÁRIO?
O câncer hereditário ocorre quando uma pessoa nasce com uma alteração genética capaz de aumentar significativamente o risco de desenvolver determinados tumores ao longo da vida.
Essa alteração pode ser transmitida de geração para geração.
É importante compreender que:
Hereditário não significa inevitável.
Significa apenas que existe um risco aumentado.
Em muitos casos, a identificação precoce permite estratégias de prevenção e rastreamento capazes de reduzir significativamente esse risco.
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TODO CÂNCER É HEREDITÁRIO?
Não.
Essa é uma das dúvidas mais frequentes.
A maioria dos cânceres surge por alterações genéticas adquiridas ao longo da vida.
Estima-se que aproximadamente:
5% a 10% dos cânceres sejam hereditários.
Entretanto, essa porcentagem pode ser maior em alguns tumores digestivos específicos.
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QUANDO DEVEMOS SUSPEITAR DE UMA SÍNDROME HEREDITÁRIA?
Existem situações que merecem atenção especial.
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Vários Casos de Câncer na Mesma Família
Especialmente quando envolvem parentes próximos.
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Diagnóstico em Idade Jovem
Pacientes diagnosticados muito antes da idade habitual da doença.
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Múltiplos Tumores no Mesmo Paciente
Presença de mais de um câncer primário ao longo da vida.
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Padrões Familiares Específicos
Determinadas combinações de tumores podem sugerir síndromes genéticas conhecidas.
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CÂNCERES DIGESTIVOS MAIS ASSOCIADOS À HEREDITARIEDADE
Embora diversos tumores possam ter componente genético, alguns merecem destaque.
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CÂNCER COLORRETAL
É um dos exemplos mais importantes.
Especialmente quando ocorre:
- Em idade jovem
- Em múltiplos familiares
- Associado a outros tumores
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CÂNCER GÁSTRICO
Alguns casos podem estar relacionados a síndromes hereditárias específicas.
O reconhecimento precoce pode modificar completamente as estratégias de prevenção e acompanhamento.
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CÂNCER DE PÂNCREAS
Embora a maioria dos casos não seja hereditária, uma parcela dos pacientes apresenta alterações genéticas associadas ao aumento do risco.
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O QUE É A SÍNDROME DE LYNCH?
A Síndrome de Lynch é a síndrome hereditária mais frequente relacionada ao câncer colorretal.
Ela está associada ao aumento do risco de diversos tumores, incluindo:
- Câncer colorretal
- Câncer de endométrio
- Câncer gástrico
- Câncer de intestino delgado
- Câncer de vias urinárias
Seu reconhecimento é extremamente importante porque permite estratégias eficazes de rastreamento.
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O QUE É O CÂNCER GÁSTRICO DIFUSO HEREDITÁRIO?
Trata-se de uma síndrome genética rara associada principalmente a alterações no gene CDH1.
Pacientes portadores apresentam risco significativamente aumentado para câncer gástrico difuso.
Em situações selecionadas, medidas preventivas podem ser discutidas antes mesmo do aparecimento da doença.
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O QUE É A POLIPOSE ADENOMATOSA FAMILIAR?
A Polipose Adenomatosa Familiar (PAF) é uma síndrome hereditária caracterizada pelo desenvolvimento de centenas ou milhares de pólipos colorretais.
Sem acompanhamento adequado, o risco de evolução para câncer é extremamente elevado.
Por esse motivo, o diagnóstico precoce é fundamental.
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TESTE GENÉTICO: QUANDO ELE DEVE SER CONSIDERADO?
Nem todos os pacientes precisam realizar testes genéticos.
Entretanto, a investigação pode ser recomendada quando existem indícios clínicos ou familiares que sugiram predisposição hereditária.
A decisão deve ser individualizada.
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O TESTE GENÉTICO MUDA O TRATAMENTO?
Em muitos casos, sim.
O resultado pode influenciar:
- Estratégias de rastreamento
- Frequência de exames
- Escolha de tratamentos
- Avaliação de familiares
- Programas de prevenção
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POR QUE IDENTIFICAR UMA ALTERAÇÃO GENÉTICA É TÃO IMPORTANTE?
Porque o benefício vai muito além do paciente.
Em algumas situações, familiares saudáveis podem ser identificados como portadores da mesma alteração genética.
Isso permite:
✔ Rastreamento precoce
✔ Diagnóstico antecipado
✔ Estratégias preventivas
✔ Redução de risco
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GENÉTICA NÃO É DESTINO
Uma das mensagens mais importantes desta página é:
Ter uma predisposição genética não significa que o câncer irá necessariamente acontecer.
Na verdade, o conhecimento do risco permite agir mais cedo.
E agir mais cedo frequentemente significa melhores resultados.
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UMA DAS PERGUNTAS MAIS IMPORTANTES
Quando existe histórico familiar de câncer, muitas pessoas se perguntam:
“Eu deveria fazer investigação genética?”
A resposta depende de diversos fatores:
- Tipo de câncer na família
- Idade dos diagnósticos
- Número de familiares acometidos
- Histórico individual
E é exatamente esse tema que aprofundaremos na próxima seção.
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ESPECIALISTA EM CÂNCER HEREDITÁRIO E GENÉTICA DIGESTIVA EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
O Dr. Guilherme Humeres Abrahão atua na avaliação de pacientes com tumores digestivos e suspeita de predisposição hereditária.
Recebe pacientes de:
- São José dos Campos
- Jacareí
- Taubaté
- Caçapava
- Pindamonhangaba
- Guaratinguetá
- Lorena
- Vale do Paraíba
- Sul de Minas
- Litoral Norte
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PRÓXIMO PASSO
Possui histórico familiar de câncer?
Foi diagnosticado com câncer em idade jovem?
Deseja compreender melhor seu risco genético e o impacto para sua família?
Agende uma avaliação especializada e receba orientação individualizada baseada no seu histórico pessoal e familiar.
CÂNCER HEREDITÁRIO E GENÉTICA DIGESTIVA
Como Identificar o Risco, Quando Fazer Testes Genéticos e Como Proteger Sua Família
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O QUE FAZ UMA FAMÍLIA SER CONSIDERADA DE ALTO RISCO?
Nem toda família com casos de câncer possui uma síndrome hereditária.
O câncer é uma doença relativamente comum.
Por isso, eventualmente mais de uma pessoa da mesma família pode ser acometida sem que exista uma predisposição genética específica.
Entretanto, alguns padrões merecem atenção especial.
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SINAL DE ALERTA Nº 1
CÂNCER EM IDADE JOVEM
A maioria dos tumores digestivos ocorre após os 50 anos.
Quando o diagnóstico acontece muito antes disso, devemos investigar com mais cuidado.
Por exemplo:
- Câncer colorretal antes dos 50 anos
- Câncer gástrico em adultos jovens
- Câncer de pâncreas em idade precoce
Esses cenários podem sugerir predisposição hereditária.
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SINAL DE ALERTA Nº 2
VÁRIOS CASOS NA MESMA FAMÍLIA
Quando observamos diversos familiares acometidos pela mesma doença, especialmente em gerações diferentes, a investigação genética passa a ter maior relevância.
Exemplos:
- Pai e filho com câncer colorretal
- Múltiplos irmãos acometidos
- Avós, pais e filhos com tumores semelhantes
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SINAL DE ALERTA Nº 3
MÚLTIPLOS CÂNCERES NO MESMO PACIENTE
Alguns pacientes desenvolvem mais de um câncer primário ao longo da vida.
Essa situação pode indicar predisposição genética.
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SINAL DE ALERTA Nº 4
COMBINAÇÕES ESPECÍFICAS DE TUMORES
Algumas síndromes hereditárias produzem padrões característicos.
Por exemplo:
Síndrome de Lynch
Pode estar associada a:
- Câncer colorretal
- Endométrio
- Estômago
- Ovário
- Vias urinárias
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Síndrome CDH1
Pode estar associada a:
- Câncer gástrico difuso
- Câncer de mama lobular
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QUEM DEVE CONSIDERAR TESTE GENÉTICO?
O teste genético não é indicado para toda a população.
Ele costuma ser considerado em situações específicas.
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Pacientes com Câncer Colorretal em Idade Jovem
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Pacientes com Múltiplos Tumores
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Pacientes com História Familiar Forte
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Pacientes com Tumores Associados a Síndromes Conhecidas
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Familiares de Portadores de Alterações Genéticas
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COMO FUNCIONA O TESTE GENÉTICO?
Na maioria dos casos, o exame é realizado através de:
Amostra de sangue
ou
Amostra de saliva
O material é enviado para análise laboratorial especializada.
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O TESTE PROCURA O QUÊ?
O objetivo é identificar alterações em genes associados ao aumento do risco de câncer.
Entre eles:
MLH1
MSH2
MSH6
PMS2
EPCAM
APC
CDH1
BRCA1
BRCA2
PALB2
Entre outros.
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O QUE SIGNIFICA TER UMA MUTAÇÃO GENÉTICA?
Significa que existe uma alteração capaz de aumentar o risco de determinados tumores.
Importante:
Não significa que o câncer irá obrigatoriamente acontecer.
O risco aumenta.
A certeza não existe.
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O QUE MUDA APÓS O DIAGNÓSTICO DE UMA SÍNDROME HEREDITÁRIA?
Muita coisa.
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RASTREAMENTO MAIS PRECOCE
Os exames podem começar antes da idade normalmente recomendada.
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EXAMES MAIS FREQUENTES
O acompanhamento costuma ser mais rigoroso.
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IDENTIFICAÇÃO DE FAMILIARES EM RISCO
Parentes podem ser avaliados antes do aparecimento da doença.
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PREVENÇÃO
Em algumas situações, medidas preventivas específicas podem ser discutidas.
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O IMPACTO NOS FILHOS
Essa é uma das maiores preocupações das famílias.
Muitas síndromes hereditárias apresentam padrão de herança autossômica dominante.
Isso significa que cada filho pode ter aproximadamente 50% de chance de herdar a alteração genética.
Entretanto, somente a avaliação individual pode determinar o risco real.
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TESTE GENÉTICO POSITIVO É UMA MÁ NOTÍCIA?
Não necessariamente.
Na prática, muitas vezes ocorre exatamente o contrário.
Porque o conhecimento do risco permite agir antes.
Permite rastrear.
Permite prevenir.
Permite diagnosticar precocemente.
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MEDICINA PERSONALIZADA
Uma das maiores revoluções da oncologia moderna é a personalização do tratamento.
Hoje sabemos que tumores aparentemente semelhantes podem ter comportamentos completamente diferentes.
A genética ajuda a compreender essas diferenças.
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GENÉTICA E TRATAMENTO ONCOLÓGICO
Em alguns pacientes, o perfil genético pode influenciar:
- Estratégias de rastreamento
- Escolha de tratamentos
- Prognóstico
- Avaliação de familiares
Por isso a genética tornou-se parte fundamental da oncologia moderna.
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UMA DAS PERGUNTAS MAIS IMPORTANTES
Quando uma família possui vários casos de câncer, geralmente surge uma dúvida:
“Estamos diante de uma coincidência ou de uma predisposição hereditária?”
Responder essa pergunta pode impactar não apenas o paciente.
Pode impactar toda a família.
E é exatamente isso que abordaremos na próxima seção.
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O PAPEL DO ONCOCARE®️
No ONCOCARE®️, a avaliação genética não é vista como um exame isolado.
Ela faz parte de uma estratégia mais ampla que busca integrar:
✔ História familiar
✔ Diagnóstico
✔ Rastreamento
✔ Prevenção
✔ Tratamento
✔ Acompanhamento familiar
Nosso objetivo é transformar informação genética em decisões práticas e úteis para o paciente e seus familiares.
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PRÓXIMO PASSO
Possui histórico familiar de câncer?
Recebeu orientação para realizar testes genéticos?
Deseja compreender melhor o risco para você e sua família?
Agende uma avaliação especializada e receba orientação individualizada baseada na sua história pessoal e familiar.
[ BOTÃO SOLICITAR SEGUNDA OPINIÃO ]
CÂNCER HEREDITÁRIO E GENÉTICA DIGESTIVA
Sobre o Autor, Experiência e Filosofia em Oncologia Hereditária
Dr. Guilherme Humeres Abrahão
CRM-SP 147.629 | RQE 82.382
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QUEM ESTÁ POR TRÁS DESTE CONTEÚDO?
Quando falamos em câncer hereditário, não estamos falando apenas de genética.
Estamos falando de famílias.
De gerações.
De prevenção.
De decisões capazes de impactar não apenas um paciente, mas seus filhos, irmãos, pais e futuros descendentes.
Por esse motivo, a avaliação do risco hereditário exige uma abordagem cuidadosa, individualizada e baseada em evidências científicas.
Todo o conteúdo desta página foi elaborado e revisado pelo Dr. Guilherme Humeres Abrahão.
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DR. GUILHERME HUMERES ABRAHÃO
- CRM-SP 147.629 | RQE 82.382
- Cirurgião do Aparelho Digestivo
- Cirurgião Oncológico Digestivo
- Mestre em Ciências da Cirurgia
- Cirurgião Robótico Certificado
- MBA Executivo em Gestão em Saúde – Fundação Getulio Vargas (FGV)
- Diretor Técnico do Instituto Gastrovale
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POR QUE A GENÉTICA SE TORNOU TÃO IMPORTANTE?
Durante décadas, o câncer foi tratado principalmente com base no órgão acometido.
Câncer de estômago.
Câncer de intestino.
Câncer de pâncreas.
Hoje sabemos que isso representa apenas parte da história.
A biologia tumoral e a genética passaram a ocupar papel central na oncologia moderna.
Dois pacientes com tumores aparentemente semelhantes podem apresentar comportamentos completamente diferentes.
E muitas dessas diferenças estão relacionadas à genética.
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NOSSA FILOSOFIA
Acreditamos que compreender o risco é uma das formas mais poderosas de prevenção.
Por isso valorizamos uma abordagem que busca responder perguntas fundamentais:
Existe predisposição hereditária?
Outros familiares estão em risco?
Existe necessidade de rastreamento específico?
Existe oportunidade de prevenção?
Nosso objetivo é transformar informação genética em decisões práticas.
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MUITO ALÉM DO PACIENTE
Uma das características mais marcantes da oncologia hereditária é que ela raramente envolve apenas uma pessoa.
Quando identificamos uma síndrome hereditária, frequentemente estamos protegendo toda uma família.
Em muitos casos, o diagnóstico de um paciente permite:
- Rastrear familiares
- Diagnosticar doenças precocemente
- Reduzir riscos futuros
- Implementar estratégias preventivas
Por isso, o impacto da genética costuma ultrapassar gerações.
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EXPERIÊNCIA EM ONCOLOGIA DIGESTIVA
Ao longo da carreira, o Dr. Guilherme dedicou sua atuação às doenças do aparelho digestivo, incluindo:
Câncer Colorretal
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Câncer de Reto
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Câncer Gástrico
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Câncer de Pâncreas
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Tumores Neuroendócrinos
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Metástases Hepáticas
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Essas doenças frequentemente apresentam situações em que a investigação genética pode ser relevante.
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SÍNDROME DE LYNCH: UM EXEMPLO DE COMO A GENÉTICA SALVA VIDAS
A Síndrome de Lynch representa um dos melhores exemplos do impacto da genética na medicina moderna.
Quando identificada precocemente, permite:
✔ Colonoscopias em intervalos adequados
✔ Diagnóstico precoce de tumores
✔ Rastreamento familiar
✔ Redução de mortalidade
O conhecimento do risco transforma completamente a estratégia de acompanhamento.
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GENÉTICA NÃO É DESTINO
Talvez esta seja a mensagem mais importante desta página.
Muitos pacientes têm medo dos testes genéticos.
Receio de descobrir algo ruim.
Entretanto, a realidade costuma ser diferente.
Na maioria das vezes, informação gera poder.
Conhecer o risco permite agir.
E agir precocemente costuma gerar melhores resultados.
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MEDICINA PERSONALIZADA
A oncologia caminha cada vez mais para tratamentos personalizados.
Isso significa compreender:
- A doença
- O paciente
- A genética
- O ambiente
- A história familiar
Quanto mais informações possuímos, mais individualizadas podem ser as decisões.
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O PAPEL DA SEGUNDA OPINIÃO
Em algumas situações, a avaliação genética pode modificar significativamente a interpretação do caso.
Por isso acreditamos na importância da segunda opinião especializada.
Especialmente quando existem:
- Diagnósticos em idade jovem
- Múltiplos casos familiares
- Tumores raros
- Dúvidas sobre testes genéticos
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O PAPEL DO ONCOCARE®️
No ONCOCARE®️, a genética não é tratada como um exame isolado.
Ela faz parte de uma visão integrada que busca compreender:
O paciente
A doença
A família
O risco futuro
As estratégias de prevenção
Nosso objetivo é transformar conhecimento em cuidado.
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O FUTURO DA ONCOLOGIA
Acreditamos que o futuro da oncologia será cada vez mais baseado em:
- Medicina personalizada
- Biologia molecular
- Genética
- Inteligência artificial
- Prevenção
O diagnóstico precoce continuará sendo importante.
Mas a identificação precoce do risco será igualmente transformadora.
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NOSSO COMPROMISSO
Nosso compromisso não é apenas tratar câncer.
É ajudar pacientes e famílias a compreenderem melhor seus riscos e oportunidades.
Buscando sempre:
Ciência
Clareza
Prevenção
Humanização
Excelência técnica
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UMA DAS PERGUNTAS MAIS IMPORTANTES
Quando uma família acumula diversos casos de câncer, quase sempre surge uma dúvida:
“Isso é apenas coincidência ou existe algo hereditário acontecendo?”
Responder essa pergunta pode mudar completamente a forma como uma família encara o futuro.
E é exatamente para isso que existe a oncologia hereditária moderna.
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ATENDIMENTO EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS E VALE DO PARAÍBA
Recebemos pacientes de:
- São José dos Campos
- Jacareí
- Taubaté
- Caçapava
- Pindamonhangaba
- Guaratinguetá
- Lorena
- Cruzeiro
- Vale do Paraíba
- Sul de Minas
- Litoral Norte
Além de pacientes encaminhados de outras regiões do Brasil.
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CONTEÚDO REVISADO POR ESPECIALISTA
Todo o conteúdo desta página foi elaborado e revisado por:
Dr. Guilherme Humeres Abrahão
- CRM-SP 147.629 | RQE 82.382
- Cirurgião do Aparelho Digestivo
- Cirurgião Oncológico Digestivo
- Mestre em Ciências da Cirurgia
- Cirurgião Robótico Certificado
- Diretor Técnico do Instituto Gastrovale
Atualizado periodicamente de acordo com as melhores evidências científicas disponíveis.

CÂNCER HEREDITÁRIO E GENÉTICA DIGESTIVA
FAQ COMPLETA — Perguntas Frequentes
CONCEITOS GERAIS
O que é câncer hereditário?
O câncer hereditário ocorre quando uma pessoa nasce com uma alteração genética capaz de aumentar o risco de desenvolver determinados tumores ao longo da vida.
Todo câncer é hereditário?
Não.
A maioria dos cânceres surge por alterações adquiridas ao longo da vida e não é transmitida entre gerações.
Estima-se que aproximadamente 5% a 10% dos cânceres sejam hereditários.
Ter casos de câncer na família significa que existe uma síndrome hereditária?
Não necessariamente.
Entretanto, alguns padrões familiares justificam investigação especializada.
Qual a diferença entre câncer hereditário e câncer familiar?
No câncer hereditário existe uma alteração genética identificável transmitida entre gerações.
No câncer familiar observamos maior frequência da doença na família, mas nem sempre conseguimos identificar uma mutação específica.
HISTÓRIA FAMILIAR
Quando devo me preocupar com meu histórico familiar?
Principalmente quando existem:
- Vários casos de câncer na família
- Diagnósticos em idade jovem
- Múltiplos tumores no mesmo indivíduo
- Padrões familiares sugestivos de síndromes hereditárias
Quando devo me preocupar com meu histórico familiar?
Principalmente quando existem:
- Vários casos de câncer na família
- Diagnósticos em idade jovem
- Múltiplos tumores no mesmo indivíduo
- Padrões familiares sugestivos de síndromes hereditárias
Quantos casos de câncer na família justificam investigação?
Não existe um número único.
O tipo de tumor, a idade do diagnóstico e o grau de parentesco são igualmente importantes.
Câncer em tios e primos também importa?
Sim.
Embora parentes de primeiro grau tenham maior relevância, familiares mais distantes também podem fornecer informações importantes.
Se meus pais tiveram câncer, eu também terei?
Não.
A presença de casos familiares aumenta o risco em algumas situações, mas não determina obrigatoriamente que a doença irá ocorrer.
TESTE GENÉTICO
Quem deve fazer teste genético para câncer?
A indicação costuma ser considerada em pacientes com:
- Câncer em idade jovem
- Forte histórico familiar
- Múltiplos tumores
- Suspeita de síndrome hereditária
Todo paciente com câncer precisa fazer teste genético?
Não.
A indicação deve ser individualizada.
Como é realizado o teste genético?
Na maioria dos casos, através de amostra de sangue ou saliva.
O exame é doloroso?
Não.
Normalmente consiste apenas na coleta de sangue ou saliva
Quanto tempo demora o resultado?
O prazo varia conforme o laboratório e o painel solicitado.
RESULTADOS DO TESTE
O que significa um teste positivo?
Significa que foi identificada uma alteração genética associada ao aumento do risco de determinados tumores.
Teste positivo significa que vou desenvolver câncer?
Não.
Significa aumento do risco.
Não significa certeza da doença.
O que significa teste negativo?
Significa que não foi identificada a alteração pesquisada.
Entretanto, a interpretação depende do contexto clínico e familiar.
Um teste negativo elimina totalmente o risco?
Não.
Mesmo pessoas sem mutações conhecidas podem desenvolver câncer.
FILHOS E FAMILIARES
O câncer hereditário passa para os filhos?
Algumas síndromes hereditárias podem ser transmitidas aos descendentes.
O risco depende da síndrome específica.
Meus filhos devem fazer testes genéticos?
A indicação depende do contexto familiar e da alteração identificada.
Meus irmãos também podem estar em risco?
Sim.
Em algumas síndromes hereditárias, irmãos podem compartilhar a mesma alteração genética.
Vale a pena investigar familiares saudáveis?
Frequentemente sim.
Essa é uma das maiores vantagens da genética preventiva.
SÍNDROME DE LYNCH
O que é Síndrome de Lynch?
É a síndrome hereditária mais comum relacionada ao câncer colorretal.
Está associada ao aumento do risco de diversos tumores digestivos e ginecológicos.
Quais cânceres podem ocorrer na Síndrome de Lynch?
Entre eles:
- Câncer colorretal
- Endométrio
- Estômago
- Intestino delgado
- Ovário
- Vias urinárias
A Síndrome de Lynch tem tratamento?
Não tratamos a mutação em si.
Tratamos o risco através de rastreamento e prevenção.
POLIPOSE ADENOMATOSA FAMILIAR
O que é Polipose Adenomatosa Familiar?
É uma síndrome genética caracterizada pelo desenvolvimento de numerosos pólipos colorretais.
A Polipose sempre evolui para câncer?
Sem acompanhamento adequado, o risco é extremamente elevado.
Por isso o diagnóstico precoce é tão importante.
CÂNCER GÁSTRICO HEREDITÁRIO
Existe câncer de estômago hereditário?
Sim.
Alguns casos estão associados ao câncer gástrico difuso hereditário.
O que é o gene CDH1?
É um gene associado ao aumento do risco de câncer gástrico difuso hereditário e câncer de mama lobular.
Quando devo suspeitar dessa síndrome?
Principalmente em famílias com múltiplos casos de câncer gástrico difuso ou câncer gástrico em idade jovem.
CÂNCER DE PÂNCREAS HEREDITÁRIO
Existe câncer de pâncreas hereditário?
Sim.
Uma parcela dos pacientes apresenta alterações genéticas associadas ao aumento do risco.
Quais genes podem estar relacionados ao câncer de pâncreas?
Entre eles:
* BRCA1
* BRCA2
* PALB2
* ATM
* CDKN2A
Familiares de pacientes com câncer de pâncreas devem ser avaliados?
Em algumas situações, sim.
A avaliação deve ser individualizada.
PREVENÇÃO
É possível prevenir câncer hereditário?
Nem sempre é possível evitar completamente o surgimento da doença.
Entretanto, frequentemente é possível reduzir riscos e diagnosticar precocemente.
O rastreamento realmente funciona?
Sim.
Em diversas síndromes hereditárias, programas estruturados de rastreamento reduzem mortalidade e aumentam as chances de diagnóstico precoce.
Conhecer o risco faz diferença?
Sim.
Na maioria das vezes, conhecer o risco permite agir antes.
MEDICINA PERSONALIZADA
A genética influencia o tratamento do câncer?
Em muitos casos, sim.
O perfil genético pode impactar decisões terapêuticas e estratégias de acompanhamento.
O futuro da oncologia está na genética?
A genética é um dos pilares da medicina personalizada moderna e continuará ganhando importância nos próximos anos.
ONCOCARE®️
O ONCOCARE®️ inclui avaliação genética?
Quando indicado, a avaliação genética pode ser integrada à estratégia global de cuidado.
O ONCOCARE®️ acompanha familiares?
Dependendo da situação clínica, familiares podem ser orientados quanto à necessidade de investigação.
O ONCOCARE®️ trabalha com prevenção?
Sim.
A prevenção e o rastreamento fazem parte da filosofia do programa.

A PERGUNTA MAIS IMPORTANTE
Vale a pena investigar meu risco genético?
Se existe histórico familiar relevante, diagnóstico em idade jovem ou suspeita de síndrome hereditária, a investigação pode fornecer informações extremamente valiosas para você e sua família.
O objetivo não é criar medo.
O objetivo é gerar conhecimento.
E conhecimento permite prevenção.
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PRÓXIMO PASSO
Possui histórico familiar de câncer?
Deseja saber se existe predisposição hereditária em sua família?
Busca orientação especializada sobre testes genéticos, rastreamento e prevenção?
Agende uma avaliação e receba orientação individualizada baseada no seu histórico pessoal e familiar.
[ BOTÃO SOLICITAR SEGUNDA OPINIÃO ]
Escrito por: Dr. Guilherme Humeres Abrahão | Cirurgião do Aparelho Digestivo • Cirurgião Oncológico Digestivo • Mestre em Ciências da Cirurgia • Cirurgião Robótico Certificado, CRM-SP 147.629 | RQE 82.382










